Se você analisa diariamente métricas de tráfego, campanhas e faturamento, provavelmente já se perguntou:
“Estou perdendo dinheiro em qual parte do caminho: no anúncio, na página, no checkout ou no pagamento?”
É exatamente essa pergunta que o funil completo do e-commerce responde.
Quando falamos em funil, não estamos tratando apenas da página de produto ou do checkout isoladamente. Estamos falando da jornada que começa no primeiro clique no anúncio e termina na confirmação do pagamento, e, em muitos casos, é justamente nessa jornada que o faturamento se perde.
Neste artigo, vamos destrinchar o funil etapa por etapa, mostrar quais métricas acompanhar, o que pode dar errado em cada ponto e como uma solução como a Yever atua exatamente na base do funil: checkout e pagamentos.
O que é o funil completo do e-commerce?
De forma simplificada, o funil de um e-commerce passa por quatro grandes etapas:
- Clique no anúncio ou canal de origem
- Navegação na página (produto, coleção ou landing page)
- Carrinho e checkout (dados, frete e pagamento)
- Confirmação de pagamento e pós-compra
Em cada etapa, uma parcela dos usuários abandona o processo. É por isso que chamamos de funil: muitas pessoas entram no topo, poucas chegam ao final.
Entender esse fluxo com clareza é o primeiro passo para responder perguntas críticas, como:
- Minha conversão baixa é problema de tráfego ou de checkout?
- Estou perdendo mais pessoas na página de produto, no frete ou no pagamento?
- Onde um ajuste técnico gera mais impacto real no faturamento?
Do anúncio ao clique
Tudo começa quando o usuário vê um anúncio, um post, um e-mail ou um resultado orgânico e decide clicar.
Aqui, as métricas-chave são:
- Impressões (quantas vezes o anúncio apareceu)
- CTR (Click-Through Rate): percentual de pessoas que clicam
- CPC (Custo por Clique)
Se a taxa de clique é muito baixa, o problema normalmente está em:
- Segmentação inadequada
- Criativo desalinhado com o público
- Copy pouco clara sobre o benefício ou a oferta
Nesta camada, ainda não há interação com checkout ou pagamento. Mas tudo o que acontece aqui impacta diretamente quem seguirá para as próximas etapas.
Da página ao carrinho
Depois do clique, o usuário chega a uma página, normalmente:
- Página de produto
- Página de coleção
- Landing page específica de campanha
As métricas mais relevantes aqui são:
- Taxa de engajamento (tempo de permanência, rolagem, cliques)
- Add to cart rate (taxa de adição ao carrinho)
- Saídas sem interação
Estudos indicam que, em média, entre 6% e 8% dos visitantes adicionam pelo menos um item ao carrinho, variando conforme nicho e tipo de produto.
Se sua taxa de “add to cart” está muito abaixo disso, os principais problemas costumam ser:
- Página pouco clara (benefícios, preço, prazo, garantias)
- Imagens fracas ou pouco detalhadas
- Proposta de valor genérica
- Falta de urgência ou prova social
Até aqui, o gateway ainda não entrou em ação. Estamos apenas conduzindo o usuário até o ponto em que ele demonstra intenção real de compra.
Do carrinho ao início do checkout
Entre adicionar ao carrinho e iniciar o checkout, existe outra queda natural no funil. Nesse momento, o usuário pode:
- Usar o carrinho como “lista de desejos”
- Comparar preços em outras abas
- Se frustrar com frete caro ou prazo longo
- Desistir ao perceber custos adicionais
É aqui que o funil começa a se aproximar da camada onde a Yever atua com mais força.
Boas práticas nessa etapa incluem:
- Carrinho simples, sem distrações
- Resumo transparente de preço, frete e condições
- CTA claro para seguir ao checkout
- Comunicação alinhada com o que foi prometido no anúncio
Dentro do checkout: dados, frete e pagamento
Agora entramos no coração do funil: o checkout.
É aqui que um funil bem construído ou mal estruturado faz diferença direta no faturamento.
Alguns números ajudam a dimensionar o problema:
- A taxa média de conversão geral do e-commerce gira em torno de 2,5% a 3%, considerando todos os visitantes
- A taxa média de abandono de carrinho varia entre 60% e 80%
Dentro do checkout, podemos dividir a experiência em três microetapas:
- Dados pessoais e endereço
- Escolha e cálculo de frete
- Meio de pagamento e aprovação
Erros de UX, excesso de campos, lentidão, problemas em mobile, frete confuso ou poucas opções de pagamento criam microfricções que, somadas, derrubam a conversão.
É exatamente aqui que o Checkout 3.1 da Yever foi desenhado para atuar:
- Progresso gamificado
- Rolagem automática e experiência fluida, especialmente no mobile
- Checkout 100% personalizável com identidade da marca, provas sociais e Order Bump
- Estrutura preparada para disparo preciso de eventos e tags
O objetivo é simples: reduzir atrito em cada clique e aumentar a taxa de conclusão do checkout.
Aprovação do pagamento: a base do funil
Após o clique em “pagar”, entramos na camada mais invisível, e mais decisiva, do funil: gateway e adquirentes.
É aqui que:
- A transação passa por análise de risco
- O banco emissor responde
- O antifraude avalia a operação
- O pedido é aprovado ou recusado
Duas lojas com o mesmo tráfego, mesma oferta e mesmo ticket médio podem ter resultados totalmente diferentes dependendo de:
- Arquitetura do gateway
- Existência (ou não) de multiadquirência
- Qualidade e calibração do antifraude
- Estratégia de retentativa e fallback
Na Yever, essa etapa é tratada como estratégia de receita, não apenas como infraestrutura:
- Gateway próprio e multiadquirente, com reprocessamento em milissegundos
- Inteligência antifraude focada em bloquear fraude real, não cliente bom
- Dashboard transparente de aprovação, recusa e motivos
- Estrutura pensada para recuperar vendas recusadas quando possível
Aqui, o gateway deixa de ser um custo técnico e passa a ser uma alavanca de crescimento.
Métricas para diagnosticar o funil completo
Para enxergar o funil com clareza, vale acompanhar pelo menos:
- CTR por campanha e criativo
- Taxa de add to cart (visitas → carrinho)
- Taxa de início de checkout
- Taxa de conclusão de checkout
- Taxa de aprovação de pagamento
- Abandono por etapa (dados, frete, pagamento)
Quando você visualiza o funil dessa forma, percebe que:
- Nem todo problema de conversão se resolve com mais tráfego
- Checkout e pagamento têm impacto direto no faturamento
- Pequenas melhorias em etapas críticas geram ganhos percentuais relevantes
Onde a Yever se posiciona dentro desse funil
Resumindo:
- Do anúncio ao carrinho, o foco está em mídia, criativo e copy
- Do carrinho à aprovação do pagamento, o desempenho depende de checkout e gateway
É exatamente aqui que a Yever atua.
A proposta da Yever é:
- Um checkout 3.1 desenhado para alta conversão
- Infinity Checkout para múltiplos públicos, campanhas e canais
- Gateway multiadquirente focado em aprovação e segurança
- Dados claros para marketing, operação e financeiro
Quando você enxerga o funil de ponta a ponta, do clique à confirmação de pagamento, deixa de agir no escuro e passa a otimizar cada etapa de forma cirúrgica.
É isso que separa operações que apenas “geram tráfego” daquelas que crescem com previsibilidade.
E é exatamente nesse ponto que a Yever se posiciona: organizando o funil, destravando o checkout e aumentando o faturamento real de cada clique que você já paga.
Leia também
- Principais KPIs de marketing no e-commerce e como a Yever impacta cada um
- Do clique à confirmação de pagamento: como funciona o funil completo de um e-commerce na prática
- Principais KPIs para um e-commerce: o que medir, como interpretar e onde agir
- O que é um checkout transparente (e por que ele muda o jogo do seu e-commerce)
- Por que o checkout transparente da Yever aumenta confiança e reduz abandono