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Do clique à confirmação de pagamento: como funciona o funil completo de um e-commerce na prática

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Ricardo Monteiro
Publicado em:
19/12/2025
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Se você analisa diariamente métricas de tráfego, campanhas e faturamento, provavelmente já se perguntou:

“Estou perdendo dinheiro em qual parte do caminho: no anúncio, na página, no checkout ou no pagamento?”

É exatamente essa pergunta que o funil completo do e-commerce responde.

Quando falamos em funil, não estamos tratando apenas da página de produto ou do checkout isoladamente. Estamos falando da jornada que começa no primeiro clique no anúncio e termina na confirmação do pagamento, e, em muitos casos, é justamente nessa jornada que o faturamento se perde.

Neste artigo, vamos destrinchar o funil etapa por etapa, mostrar quais métricas acompanhar, o que pode dar errado em cada ponto e como uma solução como a Yever atua exatamente na base do funil: checkout e pagamentos.

O que é o funil completo do e-commerce?

De forma simplificada, o funil de um e-commerce passa por quatro grandes etapas:

  • Clique no anúncio ou canal de origem
  • Navegação na página (produto, coleção ou landing page)
  • Carrinho e checkout (dados, frete e pagamento)
  • Confirmação de pagamento e pós-compra

Em cada etapa, uma parcela dos usuários abandona o processo. É por isso que chamamos de funil: muitas pessoas entram no topo, poucas chegam ao final.

Entender esse fluxo com clareza é o primeiro passo para responder perguntas críticas, como:

  • Minha conversão baixa é problema de tráfego ou de checkout?
  • Estou perdendo mais pessoas na página de produto, no frete ou no pagamento?
  • Onde um ajuste técnico gera mais impacto real no faturamento?

Do anúncio ao clique

Tudo começa quando o usuário vê um anúncio, um post, um e-mail ou um resultado orgânico e decide clicar.

Aqui, as métricas-chave são:

  • Impressões (quantas vezes o anúncio apareceu)
  • CTR (Click-Through Rate): percentual de pessoas que clicam
  • CPC (Custo por Clique)

Se a taxa de clique é muito baixa, o problema normalmente está em:

  • Segmentação inadequada
  • Criativo desalinhado com o público
  • Copy pouco clara sobre o benefício ou a oferta

Nesta camada, ainda não há interação com checkout ou pagamento. Mas tudo o que acontece aqui impacta diretamente quem seguirá para as próximas etapas.

Da página ao carrinho

Depois do clique, o usuário chega a uma página, normalmente:

  • Página de produto
  • Página de coleção
  • Landing page específica de campanha

As métricas mais relevantes aqui são:

  • Taxa de engajamento (tempo de permanência, rolagem, cliques)
  • Add to cart rate (taxa de adição ao carrinho)
  • Saídas sem interação

Estudos indicam que, em média, entre 6% e 8% dos visitantes adicionam pelo menos um item ao carrinho, variando conforme nicho e tipo de produto.

Se sua taxa de “add to cart” está muito abaixo disso, os principais problemas costumam ser:

  • Página pouco clara (benefícios, preço, prazo, garantias)
  • Imagens fracas ou pouco detalhadas
  • Proposta de valor genérica
  • Falta de urgência ou prova social

Até aqui, o gateway ainda não entrou em ação. Estamos apenas conduzindo o usuário até o ponto em que ele demonstra intenção real de compra.

Do carrinho ao início do checkout

Entre adicionar ao carrinho e iniciar o checkout, existe outra queda natural no funil. Nesse momento, o usuário pode:

  • Usar o carrinho como “lista de desejos”
  • Comparar preços em outras abas
  • Se frustrar com frete caro ou prazo longo
  • Desistir ao perceber custos adicionais

Boas práticas nessa etapa incluem:

  • Carrinho simples, sem distrações
  • Resumo transparente de preço, frete e condições
  • CTA claro para seguir ao checkout
  • Comunicação alinhada com o que foi prometido no anúncio

Dentro do checkout: dados, frete e pagamento

Agora entramos no coração do funil: o checkout.

É aqui que um funil bem construído ou mal estruturado faz diferença direta no faturamento.

Alguns números ajudam a dimensionar o problema:

  • A taxa média de conversão geral do e-commerce gira em torno de 2,5% a 3%, considerando todos os visitantes
  • A taxa média de abandono de carrinho varia entre 60% e 80%

Dentro do checkout, podemos dividir a experiência em três microetapas:

  • Dados pessoais e endereço
  • Escolha e cálculo de frete
  • Meio de pagamento e aprovação

Erros de UX, excesso de campos, lentidão, problemas em mobile, frete confuso ou poucas opções de pagamento criam microfricções que, somadas, derrubam a conversão.

  • Progresso gamificado
  • Rolagem automática e experiência fluida, especialmente no mobile
  • Checkout 100% personalizável com identidade da marca, provas sociais e Order Bump
  • Estrutura preparada para disparo preciso de eventos e tags

O objetivo é simples: reduzir atrito em cada clique e aumentar a taxa de conclusão do checkout.

Aprovação do pagamento: a base do funil

Após o clique em “pagar”, entramos na camada mais invisível, e mais decisiva, do funil: gateway e adquirentes.

É aqui que:

  • A transação passa por análise de risco
  • O banco emissor responde
  • O antifraude avalia a operação
  • O pedido é aprovado ou recusado

Duas lojas com o mesmo tráfego, mesma oferta e mesmo ticket médio podem ter resultados totalmente diferentes dependendo de:

  • Arquitetura do gateway
  • Existência (ou não) de multiadquirência
  • Qualidade e calibração do antifraude
  • Estratégia de retentativa e fallback
  • Gateway próprio e multiadquirente, com reprocessamento em milissegundos
  • Inteligência antifraude focada em bloquear fraude real, não cliente bom
  • Dashboard transparente de aprovação, recusa e motivos
  • Estrutura pensada para recuperar vendas recusadas quando possível

Aqui, o gateway deixa de ser um custo técnico e passa a ser uma alavanca de crescimento.

Métricas para diagnosticar o funil completo

Para enxergar o funil com clareza, vale acompanhar pelo menos:

  • CTR por campanha e criativo
  • Taxa de add to cart (visitas → carrinho)
  • Taxa de início de checkout
  • Taxa de conclusão de checkout
  • Taxa de aprovação de pagamento
  • Abandono por etapa (dados, frete, pagamento)

Quando você visualiza o funil dessa forma, percebe que:

  • Nem todo problema de conversão se resolve com mais tráfego
  • Checkout e pagamento têm impacto direto no faturamento
  • Pequenas melhorias em etapas críticas geram ganhos percentuais relevantes

Onde a Yever se posiciona dentro desse funil

Resumindo:

  • Do anúncio ao carrinho, o foco está em mídia, criativo e copy
  • Do carrinho à aprovação do pagamento, o desempenho depende de checkout e gateway

A proposta da Yever é:

  • Um checkout 3.1 desenhado para alta conversão
  • Infinity Checkout para múltiplos públicos, campanhas e canais
  • Gateway multiadquirente focado em aprovação e segurança
  • Dados claros para marketing, operação e financeiro

Quando você enxerga o funil de ponta a ponta, do clique à confirmação de pagamento, deixa de agir no escuro e passa a otimizar cada etapa de forma cirúrgica.

É isso que separa operações que apenas “geram tráfego” daquelas que crescem com previsibilidade.


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